Atreva-se

O que te motiva? Atreva-se é uma campanha dos Frades Capuchinhos do Brasil para que os jovens conheçam mais sobre vida franciscana e escolham seguir este caminho. Aqui, a sua motivação é essencial para transformar o mundo em um lugar melhor.

Quer saber o que motiva? Assista o vídeo abaixo!
 

Frei Laércio Duminelli da Luz

Frei Laércio Duminelli da Luz nasceu no dia 20 de fevereiro de 1983 em Nova Veneza, Santa Catarina. Ingressou na Província dos Freis Capuchinhos em 2004 e, a partir de 2007, cursou filosofia na Universidade Católica de Pelotas.

Conheceu a vida franciscana em 1991, por meio da equipe de missionários que visita diversas cidades do país pregando o evangelho de Jesus Cristo. Na época, não pensava em ser Frei, mas se encantou com a forma de vida e decidiu que queria seguir esse caminho. Em 2003, quando amadureceu seu discernimento vocacional, procurou o contato dos Freis para trabalhar como missionário.

Hoje, como Frei Capuchinho há mais de 13 anos, se dedica a ajudar adolescentes e jovens em sua província. Para Frei Laércio, ao escolher fazer parte da vida franciscana, tanto o intelecto como o afeto precisam responder satisfatoriamente a essa vontade. Para ele, escutar o chamado de Deus é escutar os próprios questionamentos que surgem no confronto com a realidade dos outros irmãos, e na vontade de ajudá-los.

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA
Frei José Strasser Júnior

Tem coisas que a gente simplesmente sabe e sente. Eu, por exemplo, sempre soube da minha vocação. Nasci no dia 25 de setembro de 1994, em Cosmópolis, SP e lá onde eu vivia não existiam Frades Capuchinhos, por isso eu nunca tive muito contato com esse estilo de vida, mas desde muito pequeno tinha interesse em ser padre. Por isso nunca ignorei o meu chamado.

Antes de descobrir a vida franciscana, participei de alguns encontros vocacionais com os jesuítas e foi durante as orientações que eles perceberam que a minha vocação era para a vida franciscana. A partir disso, decidi buscar e entender mais sobre esse jeito de viver. Na minha cabeça, sempre imaginava os frades como pessoas simples, com cuidado e amor muito grandes pelas outras pessoas. Mas foi depois de ir aos encontros vocacionais que amadureci a minha vocação e me encantei por esse estilo de vida. Entendi que o meu caminho não era ser padre, mas viver a fraternidade e ajudar os irmãos. Hoje, sou frei há 2 anos, mas sigo a vida religiosa há mais de 5 anos. 

O que mais me encanta nesta jornada é a possibilidade de estar mais perto dos irmãos e poder ajudá-los a viver em harmonia. Sem falar no cuidado com a natureza e com toda a criação de Deus. Tenho certeza que se você está aqui é porque sente este chamado dentro de você. Às vezes ele não pode ser tão claro, mas você precisa atrever-se a ouvi-lo. Acesse este link e descubra como a vida franciscana pode ser o que você procura.

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA
Frei Cláudio Moraes Messiais

O seu chamado é único e pode vir de qualquer lugar, a qualquer momento. Para mim, tudo começou quando participei de uma missa, onde recebi um convite para ser padre. Senti que aquele era o meu chamado! Por isso, decidi pesquisar mais sobre a vida religiosa e foi assim que me identifiquei com a vida franciscana. Sou natural de Cândido Mota, nasci em 1978, filho de Maria Holanda Ferreira e Sebastião Moraes Messias. Foi na minha cidade natal que tive meu primeiro contato com os Freis Capuchinhos.

Mesmo depois de me identificar com a vida franciscana, esse estilo de vida me surpreendeu! Afinal, acreditava que teria uma rotina muito mais fechada, dentro de um convento, com pouco contato humano e muita oração. Não foi assim. Hoje, me identifico principalmente com a possibilidade de me colocar a serviço do bem comum, por meio de projetos concretos de ajuda ao próximo, fraternidade e amor. 

O seu chamado pode ser como foi comigo, ou pode ser o simples fato de estar lendo o meu relato. Atreva-se a conhecer mais sobre a vida em irmandade, encante-se como eu e encontre-se. Acesse este link!

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA
Frei Felipe Helder Careno

Eu sempre soube que a vida franciscana era uma forma de viver próximo do povo e com muita alegria. Por isso, tive interesse em fazer parte. O meu chamado ocorreu pela convivência pastoral e, também, pelo testemunho dos Frades. Nasci no dia 11 de agosto de 1992, em Terra Rica no Paraná, e sou filho de Gilmar Careno e Irene Coltre Careno. Foi ali, na paróquia onde cresci, que comecei os meus primeiros contatos com os Frades. Ou seja, desde a infância.

Considero que o meu chamado e o despertar da minha vocação foram todas as participações que tive em pastorais, retiros paroquiais, grupos de jovens e da própria convivência com os Frades. Talvez, por isso, sempre tive essa imagem dinâmica e cheia de vida da vida capuchinha. Sou Frei há 5 anos e, nessa trajetória, o que mais me chama a atenção é a vida fraterna e missionária.

Espero que a minha história incentive você a atrever-se a plantar essa semente dentro de você. Este aqui pode ser o chamado para despertar a sua vocação! Acesse este link e descubra.

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA
Fraternidade
Aqui, todos são irmãos. Acreditamos no poder da coletividade como a melhor ferramenta para movimentar montanhas, transformar o ódio em amor e tornar o mundo um lugar melhor.
Alegria
É com um sorriso no rosto que se leva alegria e esperança ao próximo. E é com essa leveza de espírito que buscamos fazer o bem em cada missão que realizamos.
Simplicidade
Ser franciscano é abraçar a simplicidade e encontrar a presença de Deus nas pequenas coisas. Cremos que uma vida simples e próxima do que realmente importa é o caminho para uma vida muito mais completa.

Vida Franciscana

Meditar transforma: 5 benefícios da prática para o seu bem-estar
17/05/2019 10:30

Antes de começar este texto vamos pedir para que você esteja sentado em um lugar confortável. Relaxe todos os seus músculos enquanto lê este parágrafo. Respire profundamente 3 vezes enquanto fecha os seus olhos e tente se concentrar unicamente na sua respiração. Feito? Bom, esta foi uma maneira muito simples de começar uma prática que você deveria fazer todos os dias: a meditação. Essas instruções estão longe de ser uma meditação guiada, mas já podem ser um início para você que não sabe como meditar.

 

 

Se você já acompanha as nossas páginas, deve ter percebido que na vida franciscana não usamos a palavra meditação, mas, sim, contemplação. Para nós, o contato com a natureza e a socialização com cada ser vivo são algo muito próprio da vida franciscana. O ato de contemplar a natureza e tudo que pertence à criação divina é uma forma de louvar a Deus e encontrar a nós mesmos, entendendo parte da nossa missão como Franciscanos Capuchinhos.

Há anos você lê e ouve sobre os benefícios de praticar exercícios ou como esse hábito contribui tanto para a sua saúde física quanto mental. Agora, se até a nossa mente se beneficia quando treinamos o corpo físico, imagina o quão longe podemos ir quando nos concentramos apenas para exercitar a mente? A resposta é: muito longe!

 

E como a meditação é uma maneira de exercitar a mente, estamos aqui para lhe mostrar 5 benefícios que você adquire na sua vida quando adota essa prática.

1. Meditar nos coloca em contato com Deus

Não precisa de muita explicação para justificar a frase acima. Quando meditamos e ficamos imersos em nós mesmos, nos colocamos em sintonia e comunhão com o próprio Deus criador. E essa comunicação com o Criador é a principal base para estabelecermos uma conexão profunda e verdadeira com todas as criaturas vivas e a criação divina. Tudo isso é o segredo da prática da contemplação franciscana, uma das principais atividades de quem escolhe ser um frei capuchinho.

 

2. Contemplação além da meditação

Sim, nós dissemos que, para nós, a contemplação é como meditar. Entretanto, precisamos falar que contemplar a natureza melhora ainda mais o mindfulness (uma habilidade adquirida a partir da meditação, que consiste em saber o que está acontecendo na sua cabeça a qualquer momento, sem deixar que esses sentimentos tomem conta de você).

 

Uma vez que a contemplação ocorre em meio à natureza (seja no seu quintal, em um parque, floresta, beira-mar, chácara ou jardim), conseguimos nos conectar com mais facilidade, trabalhando melhor a nossa atenção e o nosso foco dirigido. E esses dois fatores (atenção e foco) são essenciais para uma boa meditação. Depois, você percebe que se torna muito mais simples observar a imensidão e tudo o que está ao seu redor para simplesmente ser, estar e viver aquele momento presente.

 

3. Diminuição do estresse

Conforme explicou o diretor da Clínica de Redução de Estresse no Centro Médico da Universidade de Massachusetts e Ph.D. Jon Kabat, é comum acreditar que a meditação faz o estresse ir embora, quando, na verdade, começa-se a olhar para ele, percebê-lo e deixar que essa reação vá embora.

 

 “E então você descobre que há uma quietude interior e paz dentro de algumas das situações de vida mais difíceis. Você não tem que fugir para conseguir em algum outro lugar.”

 

Na vida capuchinha, por exemplo, precisamos encontrar o conforto dentro de nossas dores e ansiedades, para que, assim, possamos sempre confiar nos planos do Senhor. Além disso, ficamos mais preparados para lidar com todas as nossas missões de forma fraterna e alegre.

4. Redução da probabilidade e sintomas ligados à depressão

Após a revisão de 47 estudos sobre o assunto, pesquisadores do Johns Hopkins University (EUA) constataram que a meditação pode reduzir os sintomas de depressão e ansiedade. As pesquisas incluíram 3.515 participantes, dos quais muitos deles receberam cerca de 30 a 40 horas de treinamento em meditação consciente.

 

O trabalho mostrou uma melhoria de 5 a 10% nos sintomas de ansiedade e de 10 a 20% nos sintomas de depressão, em relação aos grupos de controle. A meditação era exercitada normalmente durante 30 a 40 minutos por dia, e os benefícios foram mais expressivos em pessoas que praticavam meditação guiada, com acompanhamento de algum profissional (ou sozinhas, após fazerem um curso prévio).

5. Promove o bem-estar psicológico

Para chegar a esses resultados, pesquisadores avaliaram 174 adultos com base na medição mindfulness. Ao todo, foram 8 sessões com participantes que lidavam com problemas de estresse, ansiedade e dor crônica. Os resultados mostraram o aumento da atenção plena e bem-estar, ao mesmo tempo que houve diminuição de estresse e outros sintomas por meio do mindfulness.

 

Além disso, existe uma teoria que defende que, ao longo da nossa evolução, fomos programados para amar tudo o que é vivo. Por isso, acredita-se que a natureza faça nos sentirmos melhor. Basta fazer uma pesquisa breve no Google para perceber isso. Assim, podemos entender melhor como o ato de contemplar a criação divina faz bem para a nossa saúde.

 

Ainda mais na vida capuchinha, que tem a ALEGRIA como um dos seus pilares principais. Para nós, o bem-estar é fundamental e, quando estamos plenos conosco, somos capazes de carregar a dor do outro e fazer a diferença com um sorriso no rosto.

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É possível mudar: 3 histórias reais para você se inspirar!
29/04/2019 14:00

Quem você realmente é e quais são as suas verdadeiras vontades? Você sente que acaba fazendo muitas coisas para agradar os outros ou se encaixar em um determinado padrão? Se antes de responder você precisou parar para refletir, não se preocupe. Você não está sozinho.

 

Ao longo da vida, criamos armaduras em nós mesmos como forma de nos proteger e nos adaptar ao mundo. Ainda mais em uma época voltada para as redes sociais. As motivações para criarmos essa “casca” podem ser muitas: seja para agradar aqueles que estão ao nosso redor, fazer parte de grupo, ou simplesmente por medo de sermos quem nós somos de verdade. Assim, aos poucos, ficamos presos dentro da nossa própria “armadura” e aprisionamos a nossa verdadeira essência.

Por isso perguntamos lá em cima: quem você é? Quem você gostaria de ser? Por quê? Se pudesse largar tudo: o que você faria? O que te motiva?

 

A única maneira de responder todas essas perguntas com sinceridade é olhando para dentro de si mesmo e escutando o seu verdadeiro eu. E como fazer isso? Não existe uma receita certa, por isso hoje trouxemos algumas histórias inspiradoras de personagens como Pio Giannotti, Durval Sampaio, Frei Luiz Sampaio e outros, para quem sente que está na hora de mudar e transformar a vida e o mundo!

Nós já contamos a história do Frei Luiz aqui em nosso blog, mas decidimos retomá-la, pois é um exemplo de perseverança e motivação. Em 2009 ele começou o curso de Letras, mas problemas com a visão levaram-no a interromper os estudos no início do segundo período letivo. Entretanto, o amor que o frei alimenta pela escrita permitiu que ele vencesse esse obstáculo. Hoje, o frei possui vários livros de poesias lançados, inclusive um dos seus títulos chegou às mãos do Papa Francisco, graças à amiga Marcia Maria de Oliveira.

Curioso para ler a poesia completa? Então acesse este link.

O sobrenome pode ser o mesmo, mas esta história não tem nada a ver com a que contamos acima. A não ser pelo fato de que tanto Durval, quanto Luiz souberam reconhecer a sua paixão e essência, e tiveram a motivação necessária para transformar as suas vidas. Conhecido atualmente como Du E-Holic, o brasileiro deixou para trás o seu emprego estável para fazer o que sempre quis: chapéus.

 

Segundo ele: “não é um plano de carreira, mas um plano de vida”. Para conhecer mais sobre a história de Durval, é só acessar este link.

Até aqui falamos de atitudes de pessoas que mudaram as suas próprias vidas. Mas muitas vezes a nossa vocação é ajudar o outro e o mundo! Os dois australianos citados neste tópico são um ótimo exemplo. Pete e Andrew criaram uma espécie de filtro flutuante que retém o lixo dos oceanos. Podendo ser instalado em marinas ou portos, o aparelho chama-se Seabin e é capaz de recolher a sujeira que está na superfície do mar (como papel, garrafas plásticas e até óleo ou detergente).

 

Quer entender melhor? Então acesse este link.

A Primeira Guerra Mundial não foi motivo para impedir que Pio Giannotti negasse a sua vocação. Apesar de começar a sua formação com 12 anos, aos 19 os seus planos tiveram de ser adiados para prestar serviço militar no exército italiano. Apenas aos 23 anos Giannotti ordenou-se padre. Aqui, é conhecido como Frei Damião e a sua história inspira, pois desde sempre ele soube reconhecer quem realmente era e durante toda a sua vida buscou por isso. Desde que chegou ao Brasil como missionário, o frei lutou incansavelmente por uma vida digna ao povo do nordeste.

 

Em 2002, cinco anos após a sua morte, o Vaticano deu início ao seu processo de canonização. O que nos mostra que qualquer um de nós pode de fato fazer a diferença para essa e futuras gerações. Tudo o que precisamos é abraçar a nossa verdadeira essência e sermos profundamente humanos.

Isso, você não leu errado. Afinal, qualquer pessoa é capaz de assumir uma atitude inspiradora para mudar a sua vida e o seu entorno. Inclusive você. Foi o que o Frei Luiz Sampaio, Durval Sampaio, Pete, Andrew e o Frei Damião fizeram. Foi o que muitos outros personagens que não citamos aqui fizeram.

 

Tudo o que você precisa é saber quem você é e ouvir a sua voz interior. Essa voz pode estar te chamando para uma viagem incrível, para transformar o mundo ou para um novo jeito de ser e viver mais próximo de Deus, da natureza e sem excessos. A histó

 

Se essa voz for o seu chamado para a vida franciscana, nós estamos aqui! Mas para fazer essa descoberta, você precisa se atrever a ouvir. Atreva-se!

 

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Fraternidade e Políticas Públicas: o que diz a Campanha da Fraternidade 2019?
08/04/2019 11:45

Você lembra do verdadeiro significado da Páscoa, além dos coelhos e chocolate? Ela nos lembra da ressurreição de Jesus e nos convida a celebrar a vida e a esperança. É um período de renovação, de rever atitudes, mudar e evoluir, além de ser considerada uma das datas mais importantes do calendário litúrgico cristão.

 

É justamente por isso que, todo o ano, durante o período da Quaresma principalmente, que a Campanha da Fraternidade chega às pessoas como forma de convite à mudança de atitudes. O objetivo da campanha é, a cada ano, trazer temas atuais e relevantes para promoção de transformações sociais e comunitárias.

 

Este ano o tema apresentado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é “Fraternidade e Políticas Públicas”, com o lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is. 1, 27).

Uma vez que a Campanha da Fraternidade é um instrumento muito valioso (e poderoso), que serve a toda comunidade como apoio e motivação para a conversão social, as temáticas apresentadas são sempre sobre situações que ferem a dignidade humana. Nesse sentido, qual será a verdadeira reflexão que a atual campanha nos convida a fazer?

Fraternidade e Políticas públicas: uma reflexão pelo bem comum.

A nova campanha da fraternidade chega após um ano de eleição, quando inauguramos um novo período, com um novo executivo eleito. Precisamos lembrar, então, que a nossa participação enquanto sociedade não encerra com o voto. Assim, o tema escolhido tem como objetivo estimular a nossa participação em políticas públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja, para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade.

 

Por isso o convite a refletir sobre políticas públicas é importante. Só assim podemos entender como elas atingem e transformam a vida cotidiana e o que podemos fazer para torná-las efetivas. E a nossa participação ativa no que é feito é a semente para que o bem comum nasça, cresça e possa florescer.

E o que entendemos por políticas públicas?

A Política Pública surge a partir da carência ou excesso que existe em qualquer âmbito da sociedade (meio ambiente, economia, gestão pública, saúde, educação, etc.), por exemplo: escassez de alimento em uma certa localidade ou excesso de mosquitos transmissores da dengue (Aedes Aegypti). E as políticas públicas são as formas de intervir e reduzir esses problemas.

O que não podemos acreditar é que a elaboração das políticas públicas seja algo restrito a um grupo seleto da sociedade. Não. Ela pode ser feita por todos, afinal, envolve o desejo sincero de dialogar, de ter empatia com o próximo e vontade de mudança. Nesse sentido, todos são bem-vindos para a criação dessa conversa que deve visar ao bem comum da população.

Fraternidade e Políticas Públicas.

E você lembra que a fraternidade é um dos pilares que sustentam o jeito franciscano de ser e viver? “Aqui, todos são irmãos. Acreditamos no poder da coletividade como a melhor ferramenta para movimentar montanhas, transformar o ódio em amor e tornar o mundo em um lugar melhor”.

 

Unir em uma única campanha o tema “fraternidade e políticas públicas” é uma maneira de mostrar a força do coletivo. Juntos, unidos por um único objetivo, temos o poder de transformar o nosso entorno e proporcionar o bem comum.

 

 

Fonte: Vida Pastoral

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