Atreva-se

Autoridades de saúde no mundo inteiro recomendam a importância do isolamento social. Abrir mão de tantas coisas por causa do OUTRO: de quem você ama (ou despreza) ou até mesmo de quem você nem conhece. Se você se atreve a abrir mão de tudo isso (que só você sabe o quão difícil pode ser), certamente está no caminho certo para uma vida mais simples e fraterna. 

 

Atreva-se é uma campanha vocacional dos Franciscanos Capuchinhos do Brasil para que os jovens conheçam mais sobre a vida franciscana: um caminho desafiador de doação e entrega ao próximo.

 

 

Vamos mostrar, aqui no site e nas nossas redes sociais, as histórias dos capuchinhos no meio da pandemia. Confira abaixo alguns testemunhos vocacionais dos nossos irmãos:

 

Frei Laércio Duminelli da Luz

Frei Laércio Duminelli da Luz nasceu no dia 20 de fevereiro de 1983 em Nova Veneza, Santa Catarina. Ingressou na Província dos Freis Capuchinhos em 2004 e, a partir de 2007, cursou filosofia na Universidade Católica de Pelotas.

Conheceu a vida franciscana em 1991, por meio da equipe de missionários que visita diversas cidades do país pregando o evangelho de Jesus Cristo. Na época, não pensava em ser Frei, mas se encantou com a forma de vida e decidiu que queria seguir esse caminho. Em 2003, quando amadureceu seu discernimento vocacional, procurou o contato dos Freis para trabalhar como missionário.

Hoje, como Frei Capuchinho há mais de 13 anos, se dedica a ajudar adolescentes e jovens em sua província. Para Frei Laércio, ao escolher fazer parte da vida franciscana, tanto o intelecto como o afeto precisam responder satisfatoriamente a essa vontade. Para ele, escutar o chamado de Deus é escutar os próprios questionamentos que surgem no confronto com a realidade dos outros irmãos, e na vontade de ajudá-los.

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA
Frei Cláudio Moraes Messiais

O seu chamado é único e pode vir de qualquer lugar, a qualquer momento. Para mim, tudo começou quando participei de uma missa, onde recebi um convite para ser padre. Senti que aquele era o meu chamado! Por isso, decidi pesquisar mais sobre a vida religiosa e foi assim que me identifiquei com a vida franciscana. Sou natural de Cândido Mota, nasci em 1978, filho de Maria Holanda Ferreira e Sebastião Moraes Messias. Foi na minha cidade natal que tive meu primeiro contato com os Freis Capuchinhos.

Mesmo depois de me identificar com a vida franciscana, esse estilo de vida me surpreendeu! Afinal, acreditava que teria uma rotina muito mais fechada, dentro de um convento, com pouco contato humano e muita oração. Não foi assim. Hoje, me identifico principalmente com a possibilidade de me colocar a serviço do bem comum, por meio de projetos concretos de ajuda ao próximo, fraternidade e amor. 

O seu chamado pode ser como foi comigo, ou pode ser o simples fato de estar lendo o meu relato. Atreva-se a conhecer mais sobre a vida em irmandade, encante-se como eu e encontre-se. Acesse este link!

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA
Frei Felipe Helder Careno

Eu sempre soube que a vida franciscana era uma forma de viver próximo do povo e com muita alegria. Por isso, tive interesse em fazer parte. O meu chamado ocorreu pela convivência pastoral e, também, pelo testemunho dos Frades. Nasci no dia 11 de agosto de 1992, em Terra Rica no Paraná, e sou filho de Gilmar Careno e Irene Coltre Careno. Foi ali, na paróquia onde cresci, que comecei os meus primeiros contatos com os Frades. Ou seja, desde a infância.

Considero que o meu chamado e o despertar da minha vocação foram todas as participações que tive em pastorais, retiros paroquiais, grupos de jovens e da própria convivência com os Frades. Talvez, por isso, sempre tive essa imagem dinâmica e cheia de vida da vida capuchinha. Sou Frei há 5 anos e, nessa trajetória, o que mais me chama a atenção é a vida fraterna e missionária.

Espero que a minha história incentive você a atrever-se a plantar essa semente dentro de você. Este aqui pode ser o chamado para despertar a sua vocação! Acesse este link e descubra.

CONHEÇA ESSA HISTÓRIA
Fraternidade
Aqui, todos são irmãos. Acreditamos no poder da coletividade como a melhor ferramenta para movimentar montanhas, transformar o ódio em amor e tornar o mundo um lugar melhor.
Alegria
É com um sorriso no rosto que se leva alegria e esperança ao próximo. E é com essa leveza de espírito que buscamos fazer o bem em cada missão que realizamos.
Simplicidade
Ser franciscano é abraçar a simplicidade e encontrar a presença de Deus nas pequenas coisas. Cremos que uma vida simples e próxima do que realmente importa é o caminho para uma vida muito mais completa.

Vida Franciscana

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Para o desenvolvimento pleno da vida franciscana, entendemos que parte fundamental é cultivar hobbies. Isso mesmo: desenvolver atividades individuais é essencial para que o frei capuchinho atue bem na comunidade em que vive. Francisco de Assis acreditava que o relacionamento do homem com todo o meio que o envolve era uma forma de conduzir a vida com mais leveza e autenticidade. Ele se envolvia com a natureza, com os animais, tinha uma conexão afetiva e de cuidado para com as criaturas.

 

Como nós, enquanto freis, podemos desenvolver essas práticas?

 

A alegria da fraternidade é soma de individualidades

 

Ser frei é viver a alegria da fraternidade por meio de cada um que se dedica naquilo que faz bem. Seja no cuidado com a criação, no cuidado da casa e na oração comum, tudo deve envolver a doação espontânea e a motivação dos irmãos. Nesse sentido, acreditamos que todo ser humano se sente motivado a praticar ações que demonstrem sua individualidade, se desligando da complexidade do mundo contemporâneo e dedicando-se a um tempo para viver os seus gostos peculiares.

 

Tempo para trabalhar a saúde física e emocional

 

Vivemos em um mundo no qual o trabalho ou mesmo as redes sociais ocupam todo o nosso tempo causando estresses e dores de cabeça. A prática de algo que gostamos pode aliviar todas as tensões geradas pela complexidade da sociedade atual, em que a falta de tempo acaba consumindo nossa saúde psíquica. Nessa perspectiva, os hobbies são de grande importância para permanecermos inteiros, íntegros, dando equilíbrio a nossa saúde física e emocional.

 

 

Autoestima para desenvolver tarefas melhores

 

É preciso cultivar um hobby para permanecermos de coração inteiro naquilo que fazemos. Seja na arte como a pintura, dança, teatro, música ou mesmo na prática esportiva do futebol, vôlei e caminhada, não importa: o hobby pode se tornar um sinal de autocontrole e equilíbrio emocional. Afinal, quando praticamos algo que nos dá prazer, o corpo rapidamente responde de forma concreta com a autoestima e ficamos mais animados e dispostos a desenvolver nossas tarefas com mais ardor e amor.

 

Portanto, praticar um hobby torna-se parte integrante da formação humana e religiosa. Separar um tempo para si é primordial, pois nele podemos refletir sobre a nossa vida, praticar a nossa individualidade e quem sabe colaborar na saúde mental das pessoas que nos rodeiam.

 

Uma pessoa bem equilibrada pode ser um sinal de transformação no sentido de estar cada vez mais engajado e ativo nas atividades do dia a dia. Cultive uma vida de Paz e Bem!

 

Quer saber mais sobre como o desenvolvimento de hobbies é parte fundamental da vida franciscana? Entre em contato com a gente, atreva-se!

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Você já pensou várias vezes em como mudar de vida, viver novas experiências e ser um verdadeiro agente de mudança no mundo em que vive? Ser um frei capuchinho talvez seja a resposta pra tudo isso que você procura. Conheça o que você precisa fazer para se tornar um e como a vida franciscana pode ser tudo o que você sempre sonhou.

 

Animação Vocacional

 

Você já ouviu falar disso? Todos os jovens que desejam ingressar na vida de franciscano capuchinho vivenciam um processo que chamamos de Animação Vocacional. Se trata de um período em que os jovens começam a frequentar nossas fraternidades (conventos). É quando eles participam de encontros e percebem mais de perto o nosso jeito de ser e de viver.

 

Conhecer o dia a dia de um frade é muito importante para colaborar no processo de amadurecimento e discernimento vocacional. O jovem que realiza esse processo percebe que os frades exercem funções diversas e se formam em diferentes áreas para atuar da melhor forma e colaborar com a fraternidade e com a sociedade local. Para saber mais sobre a Animação Vocacional, entre em contato conosco.

Atuação em diversas áreas da sociedade

 

Os franciscanos capuchinhos atuam em diversas áreas na sociedade. Além da nossa vida de espiritualidade, oração e contemplação, nós também desenvolvemos diversos trabalhos para promover a dignidade humana e a paz. Acreditamos que a arte, por exemplo, é um excelente meio para promover a integração, o relacionamento humano e o desenvolvimento cultural das pessoas.

 

Diversos frades atuam nas áreas de música, teatro, dança e poesia, seja para formação pessoal ou para colaboração com a comunidade em que vivemos. A arte é transformação e com ela o mundo se torna mais leve e sensível.

 

Postulado

 

Após o tempo de Animação Vocacional, os jovens que se sentiram motivados e que começaram a assimilar o nosso modo de viver são convidados para ingressar na Ordem Franciscana. Esses jovens são recebidos numa etapa que chamamos de Postulado. Essa palavra remete ao processo de busca e amadurecimento, o ponto de partida para conhecer mais intimamente a vida franciscana.

 

Quem vive essa etapa é chamado de postulante. Os postulantes recebem formação franciscana, religiosa, cultural e social durante esse tempo. Acontecem aulas sobre a vida de Francisco de Assis, história da Ordem, Bíblia, filosofia, italiano ou outra língua que a Ordem considerar oportuna e tantas outras matérias. Toda a formação parte do viés da fraternidade e da espiritualidade franciscana para que o jovem possa ir amadurecendo o carisma franciscano.

 

 

Preservação do meio ambiente

 

O cuidado com a criação é parte integrante da vida de um franciscano. Francisco de Assis cuidava de todo o meio em que ele vivia e nos convida a termos zelo com a natureza e com todas as criaturas. Nesse sentido, o trabalho torna-se para nós uma atividade fundamental. Trabalhar com as próprias mãos no plantio, no cuidado da casa, na realização das refeições e na promoção de vida digna para todos.

 

São Francisco dizia que os frades que não sabem trabalhar deveriam aprender, afirmando que o trabalho é sinal de fraternidade e prática da oração que parte do íntimo de cada um de nós.

 

Seja a mudança que você quer ver no mundo

 

A escolha é sua. Se você chegou até aqui, talvez exista um chamado esperando por você. A vida franciscana não é nem de longe monótona. É uma vida de muito aprendizado, doação e cuidado, que leva em consideração todos e tudo que está a nossa volta. Uma vida desapegada, mas cheia de desafios, todos os dias.

 

A missão de ser franciscano depende de amor e só acontece com dedicação e muita vontade de fazer acontecer. Ficou interessado ou com alguma dúvida? Entre em contato com a gente, atreva-se!

 

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